Por que eu caminho?

Explicar mentalmente porque caminho eu não consigo. Talvez um dia consiga, talvez não, mas isso não me intriga. E nem é prioridade.

Talvez eu caminhe para encontrar mais razões sinceras de viver. Talvez eu busque um sentido diferente àquele que o sistema impõe desde a tenra idade. Nascer, crescer, trabalhar, acumular, ter e morrer. Wiliam Wallace no filme “Coração Valente”, diz textualmente: “Os homens morrem, mas há homem que não vive”. Eu sei que todos vamos passar, por isso eu quero viver. Tenho ânsia de vida, de pulsar pelo bem, mas não só bem pra mim, para meus filhos, parentes e amigos. Meu sonho é o da plenitude pra todos. Ninguém é feliz sozinho.
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Caminho das Missões

Caminhada de 170km, percorrido em 7 dias, de 15 a 22 de julho de 2006, que iniciou em São Nicolau e terminou em Santo Ângelo, no Rio Grande do Sul. Durante uma semana pude ser literalmente meu companheiro de viagem nesta jornada, usando como “desculpa” o Caminho das missões. Além disso, pude me inteirar com mais profundidade de parte rica da nossa história, que foi o envolvimento dos padres jesuítas, representando a coroa espanhola, com os índios Guaranis. Foram quase 200 anos do que eles denominaram de “Terra sem males”, onde somente 10% dos cerca de 100 mil Guaranis participaram das reduções jesuíticas. Estou preparando o relato detalhado que será divulgado no jornal “A Tribuna”, de Criciúma, e, posteriormente, veiculado nesta página.

Santa Paulina

No carnaval de 2006 fiz uma experiência inédita até então pra mim: ao invés de ir para meus destinos, resolvi retornar. Fiz 210 quilêmetros em oito dias entre Nova Trento – desde o Santuário de Santa Paulina – até Criciúma.

Machu-Picchu

A cidade perdida dos Incas (Machu Picchu) fala por si só. É inacreditável caminhar pro este lugar, sentir a energia das pedras, das construções. Aqui, a palavra mais usada é “Fantástico!”.

Cuzco

Durante a minha aventura a Machu Picchu, fiz escala de alguns dias em Cuzco e arredores. Estar em Cuzco significava que eu estava na “ante-sala” de Machu Picchu.

Andarilho

Ao viajar pela BR-101 observava aquelas pessoas andando de um lado para outro, de mochila nas costas. Um dia, fiz a mesma coisa e fui descobrar quem eram eles num trajeto de 200 km entre Criciúma e Florianpopilis.