O Ingá da Ilha dos Gansos Sinaleiros

…Mas o fruto está ali, a uns quatro metros. É só eu tomar uma atitude. Eu preciso agir. Tirei minha camiseta e a pendurei em um moerão. Deixei minhas sandálias na beira do açude e fui. “Um dia a gente tem de deixar de sonhar e partir”, escreveu Amir Klink…

Uma grande curiosidade na Ilha dos Gansos sinaleiros

Uma grande curiosidade na Ilha dos Gansos sinaleiros

Eu moro com minha familia no Oikos. O Oikos, é um espaço diferente que foi iniciado por mim e pela minha ex-esposa Maria Isabel, e que agora está sendo administrado por mim e pela minha querida companheira Derci. De uma barreira, de onde era extraída argila, nós – os moradores, os amigos e voluntários – estamos fazendo um local verde e aconchegante. Um local abençoado. Aqui, desde 2002, estão ocorrendo retiros, encontros, seminários, palestras, debates, vivências. Todas voltadas para a ecologia e para a espiritualidade. Tudo isso tem sido muito gratificante. Continuar lendo

Por que eu caminho? (Artigo)

…”Talvez eu caminhe para encontrar mais razões sinceras de viver. Talvez eu busque um sentido diferente àquele que o sistema impõe desde a tenra idade. Nascer, crescer, trabalhar, acumular, ter e morrer”…

A sombra vai a frente; eu estou aquiA pergunta acima foi feita pelo amigo Sandro de Mattia certa ocasião e, daquele momento em diante, passei a meditar sobre o tema. Refleti muito do porque de tempo em tempo prendo uma mochila nas costas, cajado na mão, entusiasmo no coração e saio por este mundo de D’Eus correndo riscos.

Viver é correr riscos!

Já fiz algumas experiências inusitadas, todas muito impactantes. Foi assim nos nas duas vezes que fiz o Caminho de Santiago, na Espanha; como andarilho de Criciúma a Florianópolis pela BR – 101; na vivência como mendigo no dia do natal, meu aniversário; no Caminho das Missões; na jornada de volta pra casa desde o Santuário de Santa Paulina até Criciúma, nos 22 dias viajando pela Bolívia e Peru, até chegar à cidade perdida dos Incas: Machu Picchu. Destas experiências, inclusive, surgiram dois livros, “O Buscador: uma aventura a Machu Picchu”, que já está na segunda edição, e “Compostela – Muito além do Caminho de Sanrigoa, este, escrito a dois corações com Beto Colombo.

O fato é que a rotina me angustia.
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Pessoa reativa versus pessoa sensível

Um caminho de flores e de bolha…Pessoas reativas não pensam. Ou melhor, pensam que pensam, quando somente reagem emocionalmente a qualquer coisa, sem refletir, sem controlar, sem observar o todo, como crianças”…

Um dos grandes segredos de uma pessoa bem quista são os seus relacionamentos. Há quem diga que este não é um dos, ele é o mais importante, afinal de contas, uma pessoa assim é sempre um boa companhia, um papo agradável e desejada em muitas rodas.

Recentemente recebi um texto do amigo Osvaldo Schaukoski cujo título era o mesmo aí de cima: “Pessoa reativa x pessoa sensível”. O Schauk,como é conhecido o meu amigo, não é um destes internautas sem critério que despeja dezenas de e-mails para a sua lista só porque se “sensibilizou” com a mensagem e acha legal. Pelo contrário. Por isso aquele texto já havia me fisgado e ao chegar ao final estava satisfeito com a mensagem que, de acordo com ele, era anônima e que, agora, do meu jeito, repasso aos meus leitores.
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Feira do Livro – Criciúma SC


O empresário Beto Colombo e o jornalista e professor Manoel Mendes participaram, no ultimo dia 14-08, da mesa literária Prata da Casa que fez parte da programação da Feira do Livro que foi realizada na Praça Nereu Ramos.

Além dos dois escritores, a mesa contou ainda com Carlos Paulo Matias, Carmen Neves e Janice B. Gonçalves. Os cinco integrantes da mesa literária falaram, cada um de suas últimas obras e de algumas experiências. Beto Colombo e Manoel Mendes destacaram o livro Compostela: muito além do Caminho de Santiago que foi lançado em junho.
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“O que é voltar?” (Pág 28 e 192)

“O que é voltar?” (Páginas 28 e 192)

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Enquete do livro “Compostela – Muito além do Caminho de Santiago”
(clique no título acima para aparecer o formulário de resposta)