“O ser humano pouco se observa. Por isso, nós acreditamos que somos aquilo que nós pensamos ou falamos. Passamos a pensar que nosso discurso somos nós, viramos palavras. Palavras ao vento. Por isso, quem se conhece, não pensa que é aquilo que fala, mas fala aquilo que é”.
Talvez o maior questionamento que o ser humano tem e que ainda permanece um grande mistério de toda a sua existência seja “quem sou eu?”. Todos os mais de 6 bilhões de pessoas que vivem atualmente neste planeta e os bilhões que aqui também viveram e já passaram, provavelmente, em algum momento da existência, também fizeram pra si esta simples e profunda pergunta: “que sou eu?”. Interessante que para muitos, não só esta pergunta é contumaz, como outras duas que a acompanham, que são, “de onde vim?, e “para onde vou? “.
Quem chega a este questionamento, alcança uma complexa pergunta que envolve questões existenciais. E isto é muito bom porque, simplesmente não vai levando os dias como se fosse autômato. O questiona. E, como sabemos, a verdade liberta, mas ela só surge a partir de uma pergunta, de um questionamento. E verdades existenciais surgem a partir de questões existenciais.
Continuar lendo



