Jamais vamos nos banhar na mesma água. Tudo é um contínuo ir e vir, iniciar e encerrar, partir e chegar… viver e renascer
“Transtornos momentâneos, melhorias permanentes.” Este é o teor da placa de sinalização que encontrei em um dos trechos da duplicação da BR-101 que está há mais de dois anos em franco desenvolvimento no Estado de Santa Catarina. Provavelmente o leitor que, como eu, faz este trajeto entre o sul do estado até Florianópolis já deve ter se deparado com este letreiro: Transtornos momentâneos, melhorias permanentes.
São cinco palavras cujo objetivo, concluo, é inteligentemente pedir desculpas pelos “problemas” com a duplicação, que são muitos. Inclusive a questão segurança fica bastante prejudicada, provocando vários acidentes fatais neste trajeto. Subliminarmente, deduzo, os administradores daquele consórcio querem dizer que depois da tempestade vem a bonança. Que depois dos transtornos momentâneos, vêm as melhorias que vão ser permanentes.
É sabido que nada é pra sempre. Os cristãos, argumentando a bíblia,dizem que há o tempo das vacas gordas e o das vacas magras. Já os budistas trabalham com o conceito da impermanência. Karl Marx dizia que tudo que é sólido se desmancha no ar. E a música canta: “Não adianta escrever seu nome numa pedra, pois esta pedra em pó vai se transformar…”
Muito bem, nada é, a não ser Aquele que É. Tudo está e, por isso, tudo passa. Continue lendo ‘Transtornos momentâneos, melhorias permanentes (Artigo).’
Olhando profundamente para si… uma viagem do mundo do saber para o mundo do perceber, sem teorias nem induções, cada um, cara a cara consigo mesmo, em meio a todas as diferenças do grupo, ir percebendo o que é essencial em si…
Investimento: R$ 415,00 (inclui alimentação e estadia), R$ 140,00 na inscrição (via depósito no Banco Itaú Ag. 0033 C/C 14383-5 em nome de Jikkenti Yamaguishismo. Enviar comprovante por fax: 19 3867-3034) e mais R$ 275,00 no dia do Curso.
Este vídeo você não pode deixar de assistir. É o milagre da gravação de uma música, Stand by me, com artistas alternativos de diversas partes do mundo, inclusive do Brasil, sem ninguém se ver e muito menos se conhecer. Lindo!
…”todos temos em comum a busca da felicidade. Um questionamento: será que a infelicidade não é um engano? Será que já não somos todos felizes?”
Sua Santidade o Dalai Lama - que quer dizer, pessoa sábia; não pessoa inteligente ou pessoa que tem conhecimento – pergunta em um dos seus livros: “O que os quase 6,5 bilhões de pessoas do nosso planeta tem em comum?” Indo um pouco mais além, fico imaginando ele questionando o que tem em comum palestinos e israelenses, coreanos do norte e do sul, estadunidenses e mexicanos? O que nós latinos temos em comum com nossos irmãos africanos?
Sua resposta foi simples e ao mesmo tempo profunda, como qualquer coisa simples que fazemos, descobrimos ou vivemos. Não é fácil ser simples.O que todos temos em comum é que todos, absolutamente todos queremos ser feliz! Simples: nosso objetivo principal é a felicidade. Ou não? Continue lendo ‘O que todos temos em comum? (Artigo)’
O estágio voluntário que fiz no presídio Santa Augusta de Criciúma durante o segundo semestre de 2008 poderia ser mais uma destas atividades como muitas que passam em nossas vidas. Mas não foi. Muito pelo contrário: foi um tempo de intensidade nas relações com toda comunidade ali envolvida, indo desde os agentes prisionais, a administração e, é claro, os reeducandos. Um período de muito aprendizado e muita troca. Mas até hoje não me sai da cabeça o exemplo que veio daqueles homens e mulheres por ocasião das enchentes em Santa Catarina.
O estágio iniciado em agosto e que teve a participação direta do meu colega de psicologia, Édserson Couto, e da Unesc, a entidade onde abriga tudo e todos nesta idéia. Teve também o irrestrito apoio do juiz Dr. Manoel Donisete e do administrador do presídio, senhor Patrício Patrício. Foram 11 encontros, todos realizados no Oikos onde os 15 participantes foram liberados para irem caminhando e sem escolta. Continue lendo ‘O exemplo que vem do presídio (Artigo)’
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Pensamento da semana
"A Utopia está lá no horizonte.
Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos.
Caminho dez passos e o horizonte corre dez.
Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei.
Para que serve a utopia?
Serve para isto: Para que eu não deixe de caminhar"
(Eduardo Galeano, citando o cineasta argentino Fernando Birri)
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