…Aqui pouco importa o nome, a profissão, quanto dinheiro levamos e quanto temos acumulado nos bancos. No máximo nos chamam de peregrinos. “Por que, em geral, não agimos assim em nossas vidas?” (Página 42)
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Enquete do livro “Compostela – Muito além do Caminho de Santiago”
(clique no título acima para aparecer o formulário de resposta)
também não sei explicar como isso acontece, mas percebo que quando viajo (sempre sozinha) é quando consigo me livrar de todos os preconceitos e quebrar as barreiras que colocamos frente as pessoas estranhas. Sempre volto com muitas amizades na bagagem, gente de todo tipo, idade, raça, religião e classe social. Rola uma cumplicidade e empatia instantânea, como se todos pertencêssemos a um grupo, o grupo dos viajantes! Sempre fui ajudada e ajudei estranhos com tanto desapego, como se fôssemos irmãos. Emprestamos dinheiro, dividimos o último pacote de bolacha, trocamos confidências, entramos em roubadas e damos risadas! Pra mim cada viagem é mágica! As minhas e as dos outros, estou encantada com o livro de Compostela! Peguei pra ler no hall do hotel Delupo e amanhã vou comprar um pra mim. Parabéns!
Salve!
Com alegria recebi sua mensagem.
Só uma buscadora para (re) encontrar outro.
É assim mesmo, é no caminho que a gente se encontra.
Ânimo,
Mhanoel